Seres humanos têm a incrível capacidade da emotividade. Ter o poder de contagiar os outros com um sorriso sincero, um abraço apertado é esplêndido. No entanto, nada é perfeito. Quem contagia com os olhos brilhando de alergia contagia também com os olhos brilhando de tristeza. O preocupante é quando a tristeza se torna maior que a felicidade. Até que ponto podemos suportar isso? Melhor: até que ponto podemos viver de bem com isso?
Nada é perfeito, e há uma relação de dependência entre a tristeza e a felicidade. É como se um fosse o yin e o outro fosse o yang já que um equilibra o outro, um completa o outro, um controla a medida do outro. Quando a tristeza se torna maior que a alegria, ou vice-versa, o homem procura um jeito de liberar a energia (positiva ou negativa) acumulada.
Existem vários jeitos de liberar essa energia, seja praticando esportes, fazendo música, escrevendo ou até mesmo utilizando drogas. Esse último não é muito benéfico, pois acelerará o processo do escapismo definitivo. É bom viver um pouco no escapismo sim, pois não somos céticos nem burros o bastante para querermos viver sempre em realidade e nunca em sonho. Sempre há um escapismo benéfico onde liberamos energias. É preciso porém ficar mais atento quando essa energia é oriunda da tristeza em excesso.
É ótimo sermos humanos. Já pensou se fossemos formigas? Trabalhando sempre à espera do inverno, não podendo reclamar de seu cargo de operária sem conquistas nem desejos que espantariam as outras formigas, sempre na mesmice! Ainda bem que temos a possibilidade de sentir, falar, estar alegre ou triste. As formigas não espalham alegria com seu olhar brilhando, que triste...
domingo, 24 de maio de 2009
quarta-feira, 6 de maio de 2009
The healthy prejudice.
Do you know when there is something in your head that Just tells you did something wrong? Yeah, well that is how I feel in this exact moment. I belief that it’s a human right to enjoy as much as you must from each day we all live. It is on the other hand not very lucid to act conforming any wish may come. What I mean is that this idea is such utopist that we embrace it in our dreams, and we talk like we did act as we wanted, but it is not the true. Due to the society likable prejudice to happiness we cannot make those wishful dreams of ours come true. However, who are the ones that make the society? Aren’t we those? So isn’t it right to affirm that our prejudice against the freedom of all is also what is keeping us to reach our own absolute happiness through the power of our freedom? Because if you stop to think, it is our freedom we are limiting. It is in respect of those limits that we do not act “crazy” conform any wish may come. This prejudice keeps the society alive, owing to the fact that if we do not restrict our freedom, we will be interfering someone else’s freedom.
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