O coração começa a bater mais rápido.
A mão treme, por ser a primeira vez.
A faca, já afiada, espera o momento de seu trabalho começar.
E aos poucos começo a sentir a dor tão esperada.
Coração bate mais forte.
A mão, treme cada vez mais.
E a ferida física começa a surgir,
me fazendo esquecer das emocionais.
Começo a sentir a ardência, e vejo que é mais prolongado do que esperava.
Agradeço por assim ser.
Fico feliz por ter tido a coragem de um ato de tanta bravura.
Porém fico também decepcionada de ter chegado a tal ponto.
Achando que isso é bravura.
Escapar não é bravura.
Mas um breve momento me fez pensar que era.
Que tola.
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