Seu corpo quente sobre o meu. O seu calor virando meu calor. Eu te amando. Nossas curvas se confundindo ao olhar de estrangeiros. Ouço a ranger da cama com nossos movimentos. Nem me importo pois já me habituei. É como uma música, a nossa melodia. O nosso amor gera essa onda de loucuras e sentimentos confusos. Indecifráveis nós somos. Suadas, meladas, exitadas; juntas continuamente lindas. Sozinhas para sempre o oposto. E este é o nosso ritual.
Você, com sua mão, faz tal pressão que parece que me molda diferentemente cada vez que me aperta. Sou sua escultura. Isso não é um trabalho muito fácil. Você logo se cansa, mas isso não é um problema. Você me tem, e eu te tenho. começo agora a te moldar. Moldo seu quadril com minhas mãos. Moldo sua cintura. Moldo logo após seus belos seios, porém esse merecem melhor atenção. Devem ser tão lindos... moldo-os com meus lábios, como se fossem deliciosos doces.
Com suas forças agora novas, poderia me moldar novamente, e assim ficaria nosso ciclo vicioso até alguém interromper nossas ações quase que sagradas.
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