Com minhas mãos entrelaçadas
Peço ajuda a forças maiores que nem acredito existirem
Mas tamanho é meu medo
Que preciso recorrer a tudo
Meu medo é não te conquistar
Acordar sem sentir teu corpo
Dormir e só te ter em sonhos
Dirigir-te a palavra e nem sequer saberes meu nome
Meu medo é morrer sozinha
Por isso peço ajuda aos seres mágicos e nada racionais
Pensando bem,
Quem precisa de racionalidade nesse momento?
Eu quero você!
Então que os deuses
E que as criaturas mágicas venham me ajudar
E que meu medo acabe.
sábado, 22 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Aquele Homem
Tomando a iniciativa, aquele homem segurou minha nuca com seus dedos ásperos. Puxou-me para perto e fez com que meus lábios tocassem os dele. Carnudos. Meus lábios de moça inexperiente se animaram e logo estavam dando suaves mordidas naquela pele negra de homem. Já não era um simples beijo, pois nossos corpos começavam a se entrelaçar, e minhas pernas começavam a ceder. Minha racionalidade começava a fugir meu ser. Não mais me importava que eu tivesse conhecido aquele sujeito naquela mesma noite. Não mais me importava que nem seu nome eu soubesse. Apenas lembrava-me de como, subitamente, começamos a dançar no meio das pessoas que se tornaram pouco importantes.
Estávamos tão juntos agora! A festa parecia ter esvaziado, pois eu só conseguia enxergar ele. Minhas pernas finalmente cederam totalmente, e não consegui ficar em pé... puxei o sujeito para o quarto do dono da festa, e foi aí que reparei... a festa toda acontecia no primeiro andar da casa, e nós já estávamos no segundo. No entanto, não lembro de nenhuma escada... enfim chegamos ao quarto. Deitei numa cama macia, e o sujeito se pôs em cima de mim. Entre outras tantas mordidas e lambidas e passadas de mão e suspiros ofegantes decidi deixá-lo avançar.
As mãos do sujeito não mais me pareciam ásperas, e sim suaves. Sabiam onde tocar. Suas mãos correram da minha nuca para minha cintura. Apertou-me. Desviou seus lábios de mim. Mordeu minha cintura. Uma surpresa ali me atacou, e um breve prazer acompanhou. Levantei meus braços e tirou minha blusa. Levantou seus braços e tirei sua blusa. Mais outros tantos beijos e apertos até que eu tirasse sua calça jeans e minha saia. Estávamos agora de cueca, calcinha e sutiã...
Eu já estava ficando agoniada! Passara-se já uma hora desde que começamos a dançar no andar de baixo. Esse tempo tinha sido suficiente para eu provar os beijos e as mordidas daquele homem. Queria mais, então não esperei ele retomar suas carícias já conhecidas por meu corpo. Tirei a única peça de roupa que lhe restava, e ele não tão surpreendido fez o mesmo comigo. Estávamos agora desimpedidos de fazermos o que realmente almejávamos durante a noite toda.
Suas carícias agora estavam em outro nível. Meu corpo achava que conhecia aquele homem em poucas horas... foram necessários apenas alguns minutos para ver que estava errada. Aquele homem sugou de mim todos os problemas, e me deixou apenas com a felicidade de uma noite cheia de loucuras.
Estávamos tão juntos agora! A festa parecia ter esvaziado, pois eu só conseguia enxergar ele. Minhas pernas finalmente cederam totalmente, e não consegui ficar em pé... puxei o sujeito para o quarto do dono da festa, e foi aí que reparei... a festa toda acontecia no primeiro andar da casa, e nós já estávamos no segundo. No entanto, não lembro de nenhuma escada... enfim chegamos ao quarto. Deitei numa cama macia, e o sujeito se pôs em cima de mim. Entre outras tantas mordidas e lambidas e passadas de mão e suspiros ofegantes decidi deixá-lo avançar.
As mãos do sujeito não mais me pareciam ásperas, e sim suaves. Sabiam onde tocar. Suas mãos correram da minha nuca para minha cintura. Apertou-me. Desviou seus lábios de mim. Mordeu minha cintura. Uma surpresa ali me atacou, e um breve prazer acompanhou. Levantei meus braços e tirou minha blusa. Levantou seus braços e tirei sua blusa. Mais outros tantos beijos e apertos até que eu tirasse sua calça jeans e minha saia. Estávamos agora de cueca, calcinha e sutiã...
Eu já estava ficando agoniada! Passara-se já uma hora desde que começamos a dançar no andar de baixo. Esse tempo tinha sido suficiente para eu provar os beijos e as mordidas daquele homem. Queria mais, então não esperei ele retomar suas carícias já conhecidas por meu corpo. Tirei a única peça de roupa que lhe restava, e ele não tão surpreendido fez o mesmo comigo. Estávamos agora desimpedidos de fazermos o que realmente almejávamos durante a noite toda.
Suas carícias agora estavam em outro nível. Meu corpo achava que conhecia aquele homem em poucas horas... foram necessários apenas alguns minutos para ver que estava errada. Aquele homem sugou de mim todos os problemas, e me deixou apenas com a felicidade de uma noite cheia de loucuras.
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